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Eventos

Fraternidade Wesleyana de Santidade – Brasília-DF

 

I Local e data

  • Igreja do Nazareno Central de Brasília - Rev. Luiz Carlos
  • 21 de outubro de 2010.

II Participantes confirmados

  • Igreja do Nazareno – Rev. Luiz Carlos
  • Exército de Salvação – Rev. Arli Krema 
  • Igreja Comunidade Cristã Casa de Davi – Rev. Bruno Pedroso 
  • Igreja Metodista – Rev. Misael Lemos 
  • Igreja Metodista Livre - Rev. Willacy; Samuel; e Vicente 
  • Igreja Metodista Wesleyana – Iankee Berget 

III Participantes com falta justificada

  • Igreja Metodista Ortodoxa – Pr. Roger Terra 

IV Assuntos

  • Abertura – Rev. Luiz Carlos (anfitrião) 
  • Boas vindas e apresentações – Pr. Levi Silvestre 
  • Oração em conjunto – Rev. Willacy 
  • Palavra sobre o tema Santidade – Pr. Levi Silvestre 
  • Explicação sobre a iniciativa – Rev. Misael Lemos 
  • Sugestões, perguntas, e outras idéias – todos presentes 
  • Encerramento. Rev. Arli Krema. 

V SANTIDADE

 

Até “pouco tempo” ouvia-se dizer que João Wesley não foi um teólogo e, sua contribuição para a teologia era praticamente nenhuma. Por quê?

Ora! Porque os católicos romanos apresentam São Tomaz de Aquino; os protestantes Martinho Lutero; os Reformados na Europa e o equivalente a eles (Presbiterianos e Calvinistas diversos) apresentam João Calvino... e aí vai. Todos teólogos sistemáticos, ou seja, produziram vastos tratados teológicos, sumas teológicas e etc..

 

Nosso João Wesley não foi um teólogo sistemático. Na verdade os irmãos Wesleys foram teólogos práticos. Por isso, podem ser chamados de evangelistas, pregadores e, até de ativistas (nomenclatura que jamais aceitariam). Sobre isso:

A teologia wesleyana avessa á especulação, é compreendida como teologia prática. Inserida na comunidade de fé, Põe-se no caminho da salvação a serviço da transformação do ser humano e do mundo, conforme o propósito de Deus revelado em Cristo. Seu objetivo supremo é promover a santidade de coração e vida e estender a todos os domínios da realidade, na força do Espírito, a nova criação. Sua motivação mais profunda pode ser resumida  na frase, repetida inúmeras vezes nas obras de John Wesley: “a fé que atua pelo amor” (cf Gl 5.6). Por essa razão, a reflexão teológica, na perspectiva wesleyna, não se encontra atada à mera confissão de princípios ortodoxos. Antes, procura manter-se em sintonia com a vida e a história, valorizando a experiência, porém, sem desrespeitar os demais referenciais teológicos, como as Escrituras, a tradição, a razão e a criação. Tal característica explica, ao mesmo tempo, sua funcionalidade e sua resistência a todos os esforços no sentido de enquadrá-la num sistema.[1]

 

A teologia da santidade é livre. Não se enquadra em sistemas teológicos. Esse é o grande fio condutor que deve nortear toda discussão bíblica a partir dos Wesleys. É uma teologia a caminho como explica o professor Josgrilberg:

A teologia de John Wesley é, geralmente, descrita como uma teologia da graça. (...) porém, podemos, sem prejuízo, descrevê-la como uma “teologia da salvação” ou, para enfatizar mais ainda o aspecto existencial do caminhar, como uma “teologia do caminho da salvação”. Não podemos esquecer, de outro lado, que salvação e graça são correlatos. (...) devemos argumentar em favor de uma teologia que começa com a situação humana, nossas práticas e nossas necessidades pessoais e sociais que acabam envolvidas pela graça divina. (...) Wesley antes de refletir sistematicamente a teologia, experimenta sentimentos, angústia, preocupação profunda que afeta seu projeto de vida. (...) Wesley se desloca para uma questão mais abrangente e mais humana, que serve de leito por onde corre a graça: isto é, partimos de baixo, de nossa humanidade sofrida e contingente, de nossas questões, de nossas experiências e necessidades. A teologia da graça aparece já em resposta a uma questão que Wesley coloca para si e para Deus. (...) É a vida como caminho e a salvação como modo de viver o caminho que fornecem a chave para se compreender a teologia da graça em Wesley. (...) E essa motivação pode ser resumida como a do caminho da salvação pela fé, mediante a graça. A motivação originária estaria no primeiro termo dessa expressão.[2]

 

Os Wesleys e todos os wesleyanos partiam da realidade da vida. Todo trabalho era mudado, toda reflexão alterada, se necessário, diante das necessidades do dia a dia da comunidade assistida pelos pastores.

 

Fé e Graça são pressupostos da teologia wesleyana. Pressupostos práticos e não acadêmicos. Isso implica em exigência de santificação. Todos/as que aceitam positivamente a mensagem da cruz o fazem movido de fé verdadeira e recebem a graça de Deus em sua plenitude.

 

Entendo a graça de Deus em sua plenitude como um chamado à santificação. Para Wesley a graça santificadora é tão importante que gasta a vida toda meditando sobre o tema.

  • Graça Preveniente – vem antes, é universal;
  • Graça Justificadora – acontece na conversão (novo nascimento e regeneração);
  • Graça Santificadora – acontece como processo durante toda a vida do crente em Jesus Cristo.

 

A origem do grupo, de irmãos de tradição wesleyana, em busca de um modo de ser cristão no presente século tem como base a santificação. O grupo, assim como o nosso, iniciou seus trabalhos (salvo engano) em fevereiro de 2006, com um manifesto (Manifesto de Santidade).     Tinham algumas preocupações importantes, dentre elas: “Qual a mensagem que podemos transmitir ao nosso mundo hoje?” Observaram que a igreja de Jesus Cristo estava atravessando um momento crítico por isso apresentam-nos o seguinte:

Deus é santo e nos chama a sermos um povo santo.

Deus , que é santo, tem um amor abundante e fiel por nós. O santo amor de Deus nos é revelado na vida e ensinamentos, morte e ressurreição de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Deus continua a agir, dando vida, esperança e salvação através da habitação do Santo Espírito, conduzindo-nos à vida santa e amorosa de Deus.

Deus nos transforma, livrando-nos do pecado, idolatria, servidão e egoísmo para amarmos e servirmos a Deus, aos outros e para sermos mantenedores da criação. Portanto, nós somos renovados à imagem de Deus como revelada em Jesus Cristo.

Separado de Deus, ninguém é santo. Os santos são separados para o propósito de deus no mundo. Capacitados pelo Espírito Santo, os santos vivem e amam como Jesus Cristo. A santidade é tanto um dom como uma resposta renovadora e transformadora, pessoal, ética e missionária. Os santos de Deus seguem a Jesus Cristo ao engajarem-se nas culturas do mundo e trazerem os povos a Deus.[3]

 

A mensagem é de santidade. O princípio é o próprio, pois, Deus é Santo! Somos chamados/as a trazer os povos a Deus. Recapturá-los à santidade “sem a qual ninguém verá a Deus”. Para isso, o melhor conhecimento, a melhor teologia, reflexão, seja o que for, é a caminhada com o povo que sofre no dia a dia. Essa é a nossa tradição “teologia do caminho”. Vou encerrar com mais uma citação do manifesto. Devemos:

  • Pregar a mensagem transformadora da santidade;
  • Ensinar os princípios do amor e do perdão de Cristo;
  • Viver vidas que reflitam a Jesus Cristo;
  • Liderar um engajamento com as culturas do mundo; e
  • Partilhar com outros para multiplicarmos seu efeito pela reconciliação de todas as coisas.[4]

 

Que a Paz de Cristo Jesus reine abundantemente em nossas vidas e na vida dos irmãos e irmãos de nossas Igrejas Locais.

 

 

Pr. Levi Silvestre.

 



[1] RENDERS, Helmut. Andar como Cristo Andou: a salvação social em John Wesley. São Bernardo do Campo, SP: Editeo, 2010. p. 17.

[2] [2] JOSGRILBERG, Rui de Souza. In: Caminhando – Revista da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista/UMESP. São Bernardo do Campo: EDITEO, Ano VIII, Nº 12, 2º Semestre de 2003, p. 103-106.

[3] MANIFESTO DE SANTIDADE. Projeto de Estudo Wesleyano e de Santidade. Azusa, Califórnia, fevereiro de 2006.

[4] Idem. Manifesto de Santidade, 2006.

 

Resumo Detalhado deste Encontro

Memória da Reunião: 21.10.2010 Brasília-DF

 

Às 16h do dia 21.10.2010, reuniram-se nas dependências da Igreja do Nazareno Central de Brasília os pastores:

 

  • Igreja do Nazareno – Rev. Luiz Carlos R. Oliveira; Rev. Sandro Pereira dos Santos; 
  • Exército de Salvação – Rev. Arli Krema; 
  • Igreja Comunidade Cristã Casa de Davi – Rev. Bruno Pedroso; 
  • Igreja Metodista – Rev. Levi Silvestre; Neiviton Nolasco Belém; J. Lucas Ribeiro;  
  • Igreja Metodista Livre - Rev. Willacy; Samuel; e Vicente; 
  • Igreja Metodista Wesleyana – Iankee Berget; e Pr. Jair. 

Faltas justificadas por motivos diversos

  • Igreja Metodista Ortodoxa – Rev. Roger Terra; 
  • Igreja Metodista – Rev. Misael Lemos; 
  • Igreja Metodista Wesleyana - Rev. Hilmar 

A reunião teve início com uma recepção (refrigerantes, salgados, etc.), oferecidos pelo anfitrião Rev. Luiz Carlos (Igreja do Nazareno).  Esse momento foi fundamental para a comunhão no e do grupo, pois, muitos não se conheciam.

 

Em segundo lugar, o Rev. Luiz Carlos, deu abertura à reunião com boas vindas. Traçou um breve comentário de suas afinidades com igrejas de tradição wesleyanas. Confidenciou que sua esposa é / foi metodista oriunda da igreja central de Campinas. Que seus familiares é de tradição metodista e, por isso mesmo, sentia-se muito a vontade com a iniciativa.

 

Confidenciou experiências preciosas sobre a vocação pastoral e, como Deus agiu em sua vida, ainda seminarista confirmando o chamado. Que, mesmo sendo filho de pastor Nazareno, teve o privilégio de participar do ministério pastoral por iniciativa própria.

 

Finalizou com uma frase emblemática para sua vida e ministério: “Santidade é descansar e saber que não está mais no controle..., é deixar Deus tomar conta e a graça de Deus fluirá” (grifo meu).

 

Após a saudação um dos ministros de louvor da Igreja do Nazareno, ao violão, conduziu o grupo em dois cânticos.

 

Em terceiro lugar, o Rev. Willacy, conduziu um momento de oração, no qual, todos participaram concordando com suas preces elevadas a Deus em agradecimento e dedicação pelos momentos em que estaríamos juntos.

 

Em quarto lugar, o Pr Levi Silvestre, saudou os visitantes, apresentando-os um a um. Compartilhou bênçãos recebidas da parte de Deus durante os contatos pessoais com os pastores representantes de cada igreja de tradição wesleyana e que, cada visita às igrejas e/ou residências dos pastores foram momentos de muita alegria e calorosa receptividade.

 

Em poucas palavras fez um resumo do texto Santidade, um recorte de textos interessantes sobre o metodismo primitivo e sua essência.

 

Passou-se a um segundo momento em que os participantes tomaram a palavra para compartilhar suas expectativas sobre o grupo.

 

1- Pr. J. Lucas – Igreja Metodista em Planaltina

 

  • Iniciou sua fala demonstrando prazer e imensa satisfação em estar participando de um grupo de tradição wesleyana, onde, todos tem um fundamento comum a Bíblia e o Metodismo.
  • Traçou um rápido perfil do livro do Professor Helmut Renders, citado em nosso texto Santidade. Explicou ser um dos melhores materiais disponíveis em língua portuguesa e a partir da realidade brasileira sobre a Santidade e Metodismo.
  • Encerrou com uma preocupação pessoal (depois compartilhada por todos), “A cristandade evangélica está sofrendo uma crise de moralidade”. Explicou que na verdade, as divisões são feridas que depõe contra Jesus Cristo. Citando o Evangelho de João, completou somente a partir da busca de unidade e no amor de Deus teremos sucesso em meio a um evangelho que se deteriora dia a dia. Por isso, precisamos desenvolver o diálogo que ora travamos para testemunharmos, isto é, sermos testemunhas da unidade e do amor em meio a um mundo esfacelado pelo pecado e falta de comunhão.

2- Pr. Luiz Carlos – Igreja Central do Nazareno em Brasília

 

  • Em prosseguimento à palavra do Pr. Lucas, da necessidade de comunhão e unidade em amor, explicou que o DNA, o nosso DNA vem da mesma raiz. Somos todos descendentes de um metodismo que prega e vive a obra completa da graça. Obs: DNA é uma expressão que deverá fazer parte de nosso site, pois se tornou termo recorrente em quase todas as falas posteriores.
  • Fazendo uso de uma frase que aprendeu com um pastor amigo nos Estados Unidos (“as pessoas são para ser amadas, as coisas para serem usadas, mas, as pessoas jamais deverão ser usadas”), explicou que nunca concordou com divisão na Igreja. Sua experiência em um determinado momento, foi de ser levado por várias circunstâncias, a afastar-se de sua igreja mãe, mas, nunca o fez por uma convicção maior – essa é a minha igreja!
  • Concluiu com palavras proféticas: “Poderemos fazer um impacto pela santidade imbuídos pelo amor que vem de Deus; nós temos substância; meu sonho é grande culto unindo todas as igrejas aqui representadas”. “O movimento metodista é maior que a denominação” – suas últimas palavras.

 

3- Pr. Sandro Pereira dos Santos – Igreja do Nazareno em Ceilândia Norte-DF

 

  • Fez uso da palavra, demonstrando seu amor pela missão e princípio cristão voltado para a unidade da igreja em obediência.
  • Demonstrou toda a sua motivação para participar do grupo com a seguinte frase: “não gosto de andar só, gosto de andar junto em comunhão”;

 

4- Pr. Iankee Berget – Igreja Metodista Wesleyana

 

  • Discorreu brevemente sobre a alegria de participar do grupo. Lembrou-se de um culto no Rio de Janeiro, no qual, a Igreja Metodista aproximou-se da Igreja Metodista Wesleyana. Que o culto, conhecido como “Culto do Retorno”, foi uma excelente oportunidade de aproximação e, nunca esqueceu das palavras do Bispo Paulo Lockmann. Palavras de consolo, aproximação e busca da unidade.
  • Conclui apresentando três pontos importantes para a unidade do nosso grupo e da Igreja: “espontaneidade, disposição para o trabalho e atitude de servo”.

 

5- Pr. Neiviton – Igreja Metodista

 

  • Fez uso da palavra para agradecer a Deus pela oportunidade maravilhosa de estar reunido com pastores de origem wesleyana, portanto, do mesmo DNA. Compartilhou uma experiência: “no rio de Janeiro, conheceu um pastor Nazareno, Pr. Paul, conversaram e foi convidado para pregar na igreja do pastor Paul em Brasília. Acontece que o Pr. Paul não sabia que o Pr. Neiviton era de Brasília, só sabia que era metodista e, isso bastava.” Exemplo de unidade, de comunhão, muito bom.
  • Explicou que a Igreja Metodista em Ceilândia Sul, da qual é pastor titular, conta com um centro comunitário CECOSAL; Que a igreja local dá assistência pastoral à comunidade do centro comunitário.
  • Encerrou oferecendo as dependências do Centro Comunitário para a próxima reunião da Fraternidade, o que foi aceito por todos.

6- Pr. Bruno Pedroso – Igreja Comunidade Casa de Davi

 

  • Uniu-se a partir de um convite do Pr. Luiz Carlos. Explicou sua origem Nazarena e, o modo como Deus o enviou a um trabalho novo e autônomo. Que saiu da Igreja do Nazareno para a missão em uma área carente do Distrito Federal onde começou a trabalhar com uma família de pessoas afastadas da igreja. O trabalho prosperou, inclusive com apoio espiritual do Pr. Luiz Carlos. Explicou que tem o DNA wesleyano. Que nunca foi rebelde, mas submisso ao seu pastor, tanto é que foi por ele apresentado ao grupo.
  • Encerrou com a seguinte reflexão: “somos uma só igreja desde que comecemos a orar em unidade”, por isso, somos uma só igreja e..., isso vem de Deus.

 

7- Pr. Jair Rodrigues de Sousa – Igreja Metodista Wesleyana

 

  • Explicou que reside em Brasília há pouco tempo. Que ficou encantado com a iniciativa de unidade das nossas igrejas. Que em São Paulo, onde residia, existe um movimento, liderado por um empresário “Celebrando a Unidade”; Que o movimento visa unir as igrejas evangélicas e é um sucesso. Que participou de uma das últimas versões do movimento na Baixada Santista, SP.
  • Que, agora em Brasília, pretende fazer parte do grupo (já fazendo parte) e, entende que esse é um momento importante para a união. Que a unidade é fundamenta na Graça de Deus.

 

8- Pr. Vicente – Igreja Metodista Livre – Luziânia - GO

 

  • O Pr. Vicente explicou que deixou compromissos importantes, tamanha sua vontade de se unir ao grupo. Que valeu a pena e estava muito feliz.
  • Explicou que sua origem não é wesleyana, mas, quando foi contaminado pela essência (DNA) do metodismo não quis mais se afastar.
  • Finalizou explicando que cada vez mais quer conhecer pessoas da raiz wesleyana. Que o companheirismo será a chave para o sucesso do nosso grupo, debaixo da graça de Deus.

 

9- Pr. Willacy – Igreja Metodista Livre – Valparaiso – GO

 

  • Fez uso da palavra para demonstrar seu entusiasmo pelo trabalho do nosso grupo. Dispôs-se a trabalhar e freqüentar as reuniões, pois, entende ser obra de Deus.
  • Explicou que sempre atuou em grupos de unidade, como por exemplo, o projeto “Pastoreio de Pastores”. Que é necessário momentos de comunhão como o que estávamos vivendo para crescimento espiritual de cada um.
  • Encerrou com a frase: “falamos a mesma língua”, isso já é mais do que suficiente para o crescimento do grupo.

 

10- Pr. Samuel – Igreja Metodista Livre – Luziânia – GO

 

  • Começou compartilhando momentos importantes do seu ministério. Explicou que é um Pastor Missionário. Que, pela sua igreja, foi pastor em São Paulo, Cajazeiras-PB e, agora em Luziânia GO.
  • Que o ministério pastoral acaba sendo solitário, em virtude da falta de contado com irmãos de tradição wesleyana, pois, as outras denominações acabam tendo interesses diversos, mas, bem diferentes dos nossos.
  • Que em São Paulo, sentia-se a vontade, pois, tinha a presença do seu Bispo (Ildo); Que no campo missionário é diferente, às vezes falta o ombro amigo, a voz que aconselha e/ou exorta.
  • Encerrou com as seguintes frases: “não deixemos isso acabar! Cristo une satanás não gosta disso, por isso, vamos orar pela unidade”.

 

11- Pr. Arli Krema – Exército de Salvação

 

  • O Pr. Arli seria um dos primeiros a falar, mas, fazendo uso do princípio de que os primeiros serão os últimos – Foi o último mesmo! Esse foi um momento de descontração.
  • Fez uso da palavra para desejar o crescimento do grupo e externar sua satisfação pela iniciativa.
  • Explicou as bases Salvacionistas, inclusive, alertando para o fato de que a missão de cada um deve ser mantida. No caso do Exército de Salvação, às vezes, mesmo na comunidade dos salvacionistas, surge um comodismo que foge aos princípios mais importantes. Que a identidade salvacionista não é ficar dentro da igreja, mas, sair para servir.
  • Que um dos lemas muito importantes no salvacionismo é: “Salvos para Servir”.
  • Que o cuidado com o ser humano integral é tarefa de todos, mas, os salvacionista de modo bem pontual, sempre procuraram servir o homem na integralidade, daí o lema: “sopa, sabão, salvação”.
  • Encerrou com forte preocupação nos aspectos da santidade. Que precisamos estar prontos para entrar nos altares do Senhor.
  • Que o nosso grupo, se continuar firme na visão da santidade, sem intromissões alheias (política, políticos, politicagem, etc.) será um grupo vitorioso.
  • Que temos o mesmo DNA e isso basta.

 

Encerramos a reunião com as seguintes propostas a serem definidas via e-mail:

 

  • Data da próxima reunião;
  • Nome do grupo: se manteremos Fraternidade Wesleyana de Santidade;
  • Proposta de alguma atividade concreta a ser realizada pelo grupo.

Ficou acertado:

1- Que nossa próxima reunião será na Igreja Metodista da Ceilândia Sul.

2- Faremos um site para facilitar a comunicação, troca de textos, etc.


November 9
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